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Pandemic, Manaus variant spreads across Brazil

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By: João Marcelo

The strain of the new coronavirus that was discovered in Manaus, known as P1, is already spreading in Brazil. At least 12 states already register people infected with this mutation. P.1 has been identified so far in the following states: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraíba, São Paulo, Roraima, Ceará, Piauí, Santa Catarina and Rio de Janeiro and Rio Grande do Sul.

The new mutation is worrying the authorities because it can be more contagious and is spreading rapidly. Among the states mentioned, the majority already have cases of local transmission, which means that the people infected by the new strain were not in Manaus and had no contact with people in that region.

The biomedical and PhD from the Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS), Mellanie Fontes-Dutra, explained, in an interview to the Dire agency, what are the differences of the new variant for those that have been circulating in Brazil since the beginning of the pandemic. “P1 has some mutations, but two of them are noteworthy, as we know that they may have a potential for greater transmission and escape of the immune response”. The researcher also said that both mutations are related to the way the virus attacks the organism of the infected person and that these changes are also present in other variants, such as South Africa and England.

The city of São Paulo has already registered 9 cases of the Brazilian variant, one being a resident of Manaus and the remaining residents of the capital of São Paulo. Last Saturday, the 14th, the Health Department confirmed the first case of community transmission of the Manaus variant in the city of São Paulo. In the state of São Paulo, more than 25 cases of infected with the Manaus strain were confirmed. The information is from the state health department.

The scientist also warns that safety measures, such as the correct use of the mask, social distance and hand hygiene, remain very important, including to prevent the emergence of new variants of the new coronavirus. “Every time we allow the virus to circulate and infect new people in an uncontrolled way, without adhering to the coping measures, we allow it to reproduce more, increasing the chance of new variants emerging.”

La variante amazzonica del Covid circola in 12 stati

di Joao Marcelo

Si sta diffondendo il tutto il Brasile la variante di nuovo coronavirus che e’ stata scoperta a Manuas, nello Stato di Amazonas, conosciuta con la dicitura P1. In almeno 12 Stati del Paese sono state individuate persone infettate da questa mutazione dell’agente patogeno responsabile del Covid-19. Questi gli Stati dove e’ stata identificata la cosiddetta P1 finora: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraíba, San Paulo, Roraima, Ceará, Piauí, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. La variante sta preoccupando le autorita’ perche’ potrebbe essere piu’ contagiosa e si sta espandendo rapidamente. Nella maggioranza degli Stati citati gia’ ci sono casi di trasmissione locali: questo vuol dire che le persone contagiate non sono state a Manaus e non hanno avuto contatti con persone che sono state in questa regione. La ricercatrice di biomedicina e docente dell’Università federale di Rio Grande do Sul (Ufrgrs), Mellanie Fontes-Dutra, spiega in un’intervista all’agenzia Dire quali sono le differenze tra la nuova variante e quelle che gia’ circolavano in Brasile dall’inizio della pandemia. “La P1 presenta alcune mutazioni, ma almeno due sono meritevoli di attenzione, dato che sappiamo che possono avere un potenziale di maggiore trasmissione e di evasione alla risposta immunologica”. Secondo la ricercatrice, entrambe le mutazioni sono caratterizzate dalla modalita’ con la quale il virus attacca l’organismo della persona infettata. Alterazioni di questo tipo sono presenti anche nelle altre varianti, come quella originata in Sudafrica e quella in Inghilterra.

Pandemia, Variante de Manaus se espalha pelo Brasil

Por João Marcelo

A cepa do novo coronavírus que foi descoberta em Manaus, conhecida como P1, já está se espalhando pelo Brasil. Ao menos 12 estados já registram pessoas infectadas por essa mutação. A P.1 foi identificada até agora nos seguintes estados: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Paraíba, São Paulo, Roraima, Ceará, Piauí, Santa Catarina e Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

A nova mutação está preocupando as autoridades porque pode ser mais contagiante e está se espalhando rapidamente. Dentre os estados citados, a maioria já apresenta casos de transmissão local, isso quer dizer que as pessoas infectadas pela nova cepa não estiveram em Manaus e nem tiveram contato com pessoas dessa região.

A biomédica e Doutora pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Mellanie Fontes-Dutra, explicou, em entrevista à agência Dire, quais são as diferenças da nova variante para aquelas que já circulavam no Brasil desde o início da pandemia. “A P1 apresenta algumas mutações, mas duas delas chamam a atenção, pois sabemos que elas podem ter um potencial de maior transmissão e de escape da resposta imunológica”. A pesquisadora também afirmou que ambas as mutações estão relacionadas à forma de como o vírus ataca o organismo do infectado e que essas alterações também estão presentes em outras variantes, como a da África do Sul e da Inglaterra.

A cidade de São Paulo já registrou 9 casos da variante brasileira, sendo um paciente residente de Manaus e o restante residentes da capital paulista. No último sábado, dia 14, a Secretaria de Saúde confirmou o primeiro caso de transmissão comunitária da variante de Manaus na cidade de São Paulo. No estado de São Paulo foram confirmados mais de 25 casos de infectados com a cepa de Manaus. As informações são da secretaria estadual da Saúde.

A doutora ainda alerta que as medidas de segurança, como o uso correto da máscara, distanciamento social e higienização das mãos, continuam sendo muito importantes, inclusive para impedir o surgimento de novas variantes do novo coronavírus. “Cada vez que a gente permite que o vírus circule e infecte novas pessoas de uma forma descontrolada, sem aderir às medidas de enfrentamento, nós permitimos que ele se reproduza mais, aumentando a chance de surgir novas variantes”.

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