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Rio police determine secrecy of operations for five years

Photo: Roberto Parizotti
The decision is based on the order of the Minister of the Supreme Federal Court, Edson Fachin, to restrict police operations during the covid-19 pandemic
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by João Marcelo

SAO PAULO – The Secretariat of State for the Civil Police of Rio de Janeiro decided to keep all information on police operations carried out in the state confidential for five years. The decision is based on the order of the Minister of the Supreme Federal Court, Edson Fachin, to restrict police operations during the covid-19 pandemic.

Among the police operations under secrecy, is the one carried out in the Jacarezinho community, in the northern part of the capital, on the 6th of this month. The operation resulted in the death of 28 people, including civil police officer André Farias.

This was the operation with the highest number of deaths in confrontation between police and drug dealers in Rio. The action was coordinated by the Child and Adolescent Protection Police, with the support of the General Department of Specialized Police, the General Police Department of the Capital and of the Special Resources Coordination.

The secrecy was discovered by the UOL news portal, which had asked the Civil Police through the Access to Information Law to access documents related to the Jacarezinho massacre. The request was for the statement sent by the corporation to the Public Ministry justifying the exceptionality of the action and the final report of the action describing all the acts that occurred during that day. In response, the Civil Police classified the documents as “reserved” and “restricted access” for five years. 

The corporation justified that “The content of the requested documentation is accompanied by information of a confidential nature, inherent to strategic plans and operations of Public Security. The dissemination of this content can compromise and jeopardize other investigative and inspection activities ”.

However, secrecy is not restricted to Jacarezinho’s operation. In response to another request, the Civil Police responded that secrecy applies to all operations carried out since June 5, when it began to apply the restrictions imposed by Fachin on police operations during the pandemic.

RIO, IMPOSTO IL SEGRETO SULLE OPERAZIONI DI POLIZIA 

di João Marcelo

SAN PAOLO DEL BRASILE – Tutte le informazioni sulle operazioni di polizia condotte nello Stato di Rio de Janeiro saranno soggette a un regime di riservatezza per cinque anni. Lo ha deciso la segreteria della Policia Civil locale.
La decisione prende le mosse dall’ordine di limitare le operazioni di polizia durante la pandemia di Covid-19 emessa dal giudice del Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

Tra le operazioni che saranno sottoposte al regime di riservatezza c’è anche quella condotta il 6 maggio nella comunità di Jacarezinho, nella zona settentrionale della città. Durante l’operazione hanno perso la vita 28 persone, tra le quali un agente delle forze dell’ordine.
Il blitz è stato quello che ha fatto registrare il maggior numero di morti in un confronto tra poliziotti ed esponenti di bande dedite al narco traffico. L’azione è stata coordinata dalla Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, l’unità della polizia che si occupa della tutela dei minori, con l’appoggio del Departamento Geral de Polícia Especializada, del Departamento Geral de Polícia da Capital e della Coordenadoria de Recursos Especiais.

Il provvedimento della polizia è stato rivelato dal portale online di notizie ‘Uol’, che si era rivolto alle forze dell’ordine per sollecitare documenti relativi all’operazione a Jacarezinho tramite la Lei de Acesso à Informação. I cronisti avevano fatto richiesta del comunicato inviato dalla polizia al ministero degli Interni con il quale si giustificava l’eccezionalità della missione oltre ache del rapporto finale sul procedimento che descrive i fatti che hanno avuto luogo quel giorno.
In risposta, la polizia ha classificato i documenti come “riservati” e “con accesso ristretto” per cinque anni. Le forze dell’ordine ha giustificato la misura dicendo che “il contenuto della documentazione sollecitata contiene informazioni a carattere riservato, inerenti a piani e operazioni strategiche della Pubblica sicurezza”. La polizia ha aggunto che “la diffusione di questo contenuto può compromettere e mettere a rischio altre attività di indagine e controllo”.

La riservatezza non è però circoscritta a quanto avvenuto a Jacarezinho. Rispondendo ad altre richieste, la polizia ha fatto sapere che il segreto si applica a tutte le operazioni condotte a partire dal 5 giugno 2020, quando in tempi di pandemia il giudice Fachin aveva imposto limiti alle attività della polizia.

POLÍCIA DO RIO DETERMINA SIGILO DE OPERAÇÕES POR CINCO ANOS

por João Marcelo

SAO PAULO – A Secretaria de Estado da Polícia Civil do Rio de Janeiro decidiu manter em sigilo por cinco anos todas as informações sobre operações policiais desencadeadas no estado. A decisão tem como base o despacho do ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, de restringir operações policiais durante a pandemia da covid-19.

Entre as operações policiais sob sigilo, está a realizada na comunidade do Jacarezinho, na zona norte da capital, no dia 6 deste mês. A operação resultou na morte de 28 pessoas, entre elas, o policial civil André Farias.

Esta foi a operação com maior número de mortes em confronto entre policiais e traficantes no Rio. A ação foi coordenada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, com o apoio do Departamento Geral de Polícia Especializada, do Departamento Geral de Polícia da Capital e da Coordenadoria de Recursos Especiais.

O sigilo foi descoberto pelo portal de notícias UOL, que havia solicitado à Polícia Civil por meio da Lei de Acesso à Informação o acesso a documentos relacionados à chacina do Jacarezinho. A solicitação foi para o comunicado enviado pela corporação ao Ministério Público justificando a excepcionalidade da ação e o relatório final da ação descrevendo todos os atos ocorridos durante aquele dia. Em resposta, a Polícia Civil classificou os documentos como “reservados” e com “restrição de acesso” por cinco anos. A corporação justificou que “O conteúdo da documentação solicitada é instruído com informações de caráter sigiloso, inerentes a planos e operações estratégicas da Segurança Pública. A difusão desse conteúdo pode comprometer e pôr em risco outras atividades de investigação e fiscalização”.

Entretanto, o sigilo não se restringe à operação do Jacarezinho. Em resposta a outra solicitação, a Polícia Civil respondeu que o sigilo vale para todas as operações realizadas desde 5 de junho, quando começou a valer as restrições impostas por Fachin sobre operações policiais durante a pandemia.

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