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OECD points to Brazil’s low investment in basic education during the pandemic

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The average salary of brazilian teachers is lower than that of the 37 nations of the bloc and the three partner countries represented in the survey
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By João Marcelo

SÃO PAULO – The OECD (Organization for Economic Development Cooperation) report, Education at a Glance, published on Thursday, September 16, revealed that despite the challenges posed by the coronavirus pandemic, which has led to school closures and the need for Emergency implementation of remote learning in 2020, Brazil did not increase the budget earmarked for primary education during the past year and in the year 2021.

The report is accompanied by a survey on the impacts of the pandemic carried out with 37 countries, including members of the organization and partner nations, such as Brazil.

According to the organization, the movement observed in Brazil goes in the opposite direction of what happened in other nations that make up the group. “About two-thirds of OECD member and partner countries reported increases in the budget allocated to primary schools to help them deal with the crisis in 2020. Compared to the previous year, Brazil had no changes in the education budget for primary education, both in 2020 and in 2021”. Point out the report.

The OECD study also points out that the average salary of teachers in Brazil is lower than that of the 37 nations of the bloc and the three partner countries represented in the survey. On average, a Brazilian teacher earns R$131,407 (US$25,030) per year at the pre-primary level, R$133,171 (US$25,366) at the primary level, R$135,135 (US$25,740) at the general lower secondary level and R $140,301 ($26,724) at the general upper secondary level.

Among the OECD countries, the average annual remuneration of teachers was R$213,711 (US$40,707), R$239,856 (US$45,687), R$251,937 (US$47,988) and R$271,682 (US$51,749) in the pre-primary, primary, lower and upper secondary, respectively.

BRASILE. OCSE: ISTRUZIONE SENZA INVESTIMENTI DURANTE LA PANDEMIA

Di João Marcelo

SAN PAOLO – Il rapporto ‘Education at a glance’, pubblicato ieri dall’Organizzazione per la cooperazione e lo sviluppo economico (Ocse), rivela che nonostante la sfida posta dalla pandemia di Covid-19, che ha costretto molte scuole a chiudere e a migliorare la didattica a distanza, il Brasile non ha aumentato il budget destinato all’educazione primaria nel 2020 e nel 2021.

Al report è allegato un sondaggio sugli impatti della pandemia in 37 Paesi, inclusi i membri dell’Ocse e i Paesi partner, tra cui il Brasile. Secondo l’organizzazione, ciò che è accaduto nel Paese va nella direzione opposta di quella intrapresa dagli altri del gruppo. “Circa due terzi dei membri Ocse e dei Paesi partner esaminati– affermano gli autori del report- hanno aumentato i fondi destinati alla scuola primaria per aiutarla nell’emergenza. Rispetto all’anno precedente, il Brasile non ha modificato nulla“.

Il report, inoltre, indica la media dei salari degli insegnanti. In Brasile è la più bassa di tutte. In media, un docente brasiliano guadagna in un anno 131.407 reais, una somma che equivale a 25.030 dollari. Nella scuola secondaria di primo grado il salario medio è di 135.135 reais (25.740 dollari) e in quella di secondo grado 140.301 reais (26.724 dollari).

Tra i Paesi dell’Ocse, la media annuale dei salari dei docenti è di 213.711 reais (40.707 dollari) nella scuola dell’infanzia, 239.856 reais (45.687 dollari) nella primaria, 251.937 reais (47.988) per la secondaria di primo grado e 271.682 reais (51.749) per quella di secondo grado.

OCDE APONTA INVESTIMENTO BAIXO DO BRASIL EM EDUCAÇÃO BÁSICA DURANTE A PANDEMIA

Por João Marcelo

SÃO PAULO – O relatório, Education at a Glance, da OCDE (Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico), publicado na quinta-feira, 16 de setembro, revelou que apesar dos desafios impostos pela pandemia do coronavírus, que levou ao fechamento de escolas e à necessidade de implementação emergencial do ensino remoto em 2020, o Brasil não aumentou o orçamento destinado para o ensino fundamental ao longo do ano passado e no ano de 2021.

O relatório é acompanhado de uma pesquisa sobre os impactos da pandemia realizada com 37 países, entre eles membros da organização e nações parceiras, como é o caso do Brasil.

Segundo a organização, o movimento observado no Brasil vai no sentido contrário do que aconteceu em outras nações que integram o grupo. “Cerca de dois terços dos países membros e parceiros da OCDE relataram aumentos no orçamento destinado às escolas de ensino fundamental para ajudá-las a lidar com a crise em 2020. Em comparação com o ano anterior, o Brasil não teve mudanças no orçamento de educação para o ensino fundamental, tanto em 2020 como em 2021”. Aponta o relatório.

O estudo da OCDE também aponta que o salário médio dos professores no Brasil é inferior ao das 37 nações do bloco e dos três países parceiros representados no levantamento. Em média, um docente brasileiro recebe R$ 131.407 (US$ 25.030) por ano no nível pré-primário, R$ 133.171 (US$ 25.366) no nível primário, R$ 135.135 (US$ 25.740) no nível secundário inferior geral e R$ 140.301 (US$ 26.724) no nível secundário superior geral.

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