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New Brazilian social program: what changes in Bolsa Família

Bolsa familia brazil
President Bolsonaro presents new proposal and announces end of emergency aid
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By Bianca Oliveira

SÃO PAULO – The income transfer program created in 2003, called Bolsa Família, was considered one of the main programs to combat poverty in the world and currently serves 14.6 million people directly. As a result of the social and economic impacts of the health crisis, the Federal Government presented this week a new proposal for social assistance, reformulating the Bolsa Família.

The provisional measure delivered to Congress by President Jair Bolsonaro creates “Auxílio Brasil”, which plans to start payments of the benefit in November and should reach 2 million more people and include a 50% increase in relation to what is currently paid by Bolsa Família. The amount is not confirmed, however, according to the Ministry of Citizenship, the benefit varies according to the family profile and the current average ticket is R$ 189 (30 euros).

“Auxílio Brasil” brings together social assistance, health, education, employment and income policies in a single program. The initiative seeks to minimize the losses of the most vulnerable due to the end of Emergency Aid 2021, scheduled for October.
According to the economy minister, João Roma, the new program “seeks to promote development in order to present to people in vulnerable situations more effective policies, focusing both on early childhood and following paths of emancipation,” he explained in a statement to the press.

The three main modalities that make up Brazil’s Auxílio are the “Primary Childhood Benefit”, paid to families with children between zero and 36 months of age; the “Family Composition Benefit”, which extends the payment to homes with young people up to 21 years old and no longer than 17, with the aim of encouraging them to stay in school; and the “Benefit for Overcoming Extreme Poverty”, residual given to families if, even with the previous benefits, the per capita family income does not exceed the extreme poverty line.

BRASILE. BOLSONARO PRESENTA UN NUOVO PROGRAMMA DI AIUTI ECONOMICI

Di Bianca Oliveira

SAN PAOLO – Un programma di sostegno finanziario istituito in Brasile nel 2003, denominato Bolsa Familia, è considerato un dei principali programmi di contrasto alla povertà al mondo, con 14,6 milioni di cittadini che ne usufruiscono direttamente. A fronte dell’impatto sociale ed economico della pandemia di Covid-19, il governo federale ha presentato questa settimana una nuova proposta di assistenza sociale che riformula la Bolsa Familia.

La misura provvisoria che il presidente Jair Bolsonaro ha consegnato al congresso istituisce l’Auxilio Brasil, un programma che prevede l’inizio dei pagamenti dei sussidi per novembre e che mira a raggiungere due milioni di persone in più della Bolsa Familia e che contempla un aumento del 50% rispetto a quanto erogato dal precedenti piano di aiuti. Quest’ultimo incremento non è stato ancora confermato. Stando a quanto riferisce il ministero della Cittadinanza, l’importo dell’aiuto varierà a seconda del profilo della famiglia destinataria. Il ticket medio annuale è di 189 reais, l’equivalente di circa 30 euro.

Auxilio Brasil vuole mettere insieme politiche di assistenza sociale, salute, educazione, impiego e reddito. L’iniziativa mira a minimizzare le perdite per i cittadini più vulnerabili in vista della fine imminente di un altro programma di aiuti, Auxilio Emergencial 2021, che è previsto per ottobre.

Secondo il ministro dell’Economia, João Roma, il nuovo programma “vuole promuovere sviluppo in modo tale da fornire a persone che si trovano in condizioni di vulnerabilità delle politiche più efficaci, concentrandosi sia sulla prima infanzia sia seguendo percorsi di emancipazione”.

Le tre principali componenti di Auxilio Brasil sono “Beneficio Primeria Infancia”, che implica un sostengo per le famiglie che hanno figli di un’età compresa tra lo zero e i 36 mesi; il “Benefício Composição Familiar”, che estende gli aiuti alle famiglie con giovani fino a 21 anni, e non più 17, con l’obiettivo di sostenere il proseguimento degli studi; il “Benefício de Superação da Extrema Pobreza”, un aiuto ulteriore fornito alle famiglie nel caso in cui, nonostante gli aiuti precedenti, il reddito familiare pro capite non riuscisse comunque a superare la soglia della povertà estrema.

NOVO PROGRAMA SOCIAL BRASILEIRO: O QUE MUDA NO BOLSA FAMÍLIA

Por Bianca Oliveira

SÃO PAULO – O programa de transferência de renda criado em 2003, chamado Bolsa Família, foi considerado um dos principais programas de combate à pobreza do mundo e atende atualmente 14,6 milhões de pessoas diretamente. Em decorrência dos impactos sociais e econômicos da crise sanitária, o Governo Federal apresentou nesta semana uma nova proposta de assistência social, reformulando o Bolsa Família.

A medida provisória entregue ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro cria o Auxílio Brasil, que planeja iniciar os pagamentos do benefício em novembro e deve alcançar 2 milhões de pessoas a mais e contemplar um aumento de 50% em relação ao que é pago hoje pelo Bolsa Família. O valor não está confirmado, porém , de acordo com o Ministério da Cidadania, o benefício varia de acordo com o perfil da família e o ticket médio atual é de R$ 189 (30 euros).

O Auxílio Brasil reúne em um só programa políticas de assistência social, saúde, educação, emprego e renda. A iniciativa busca minimizar as perdas dos mais vulneráveis em função do fim do Auxílio Emergencial 2021, previsto para outubro.

Segundo o ministro da economia, João Roma o novo programa “busca promover seu desenvolvimento de forma a apresentar às pessoas em situação de vulnerabilidade políticas mais eficazes, focando tanto na primeira infância como seguindo trilhas de emancipação”, explicou em declaração à imprensa.

As três principais modalidades que compõem o Auxílio Brasil são o “Beneficio Primeira Infância”, pago às famílias com crianças entre zero e 36 meses incompletos; o “Benefício Composição Familiar”, que estende o pagamento para casas com jovens de até 21 anos e não mais 17, com o objetivo de incentivar a permanência nos estudos; e o “Benefício de Superação da Extrema Pobreza”, residual dado às famílias caso, mesmo com os benefícios anteriores, a renda familiar per capita não supere a linha de pobreza extrema.

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