Association gets ‘habeas corpus’ for cultivation of marijuana

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The measure is unprecedented, as this was the first request accepted by justice in the criminal sphere
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by João Marcelo

SAU PAULO – The institution Cultive, a Cannabis Health association, which brings together patients who are treated with derivatives of marijuana from the city of São Paulo, has obtained a collective habeas corpus, which prevents its members from being arrested for growing the plant.

The measure is unprecedented, as this was the first request accepted by justice in the criminal sphere. The collective habeas corpus is a procedural instrument that aims to safeguard the rights of a certain group.

For judge Andrea Barrea, the entity seeks “the realization of the principle of dignity, as well as the rights to life and health, which must prevail over the prohibition on cultivating the plant from which the substance used for treatment is extracted of patients in a context of need, adequacy and proportionality ”, he wrote.

Before the favorable collective habeas corpus of the São Paulo justice system, other associations had already obtained legal permissions for the cultivation and use of cannabis for medicinal purposes, but all of them were handed down in the civil sphere.

Lawyer Erik Torquato, a member of the Reform (Legal Network for Drug Policy Reform), an association of lawyers responsible for most of the individual habeas corpus that have allowed the use of marijuana in medicinal treatments across the country, commented in an interview with Dire agency that “while in authorizations the judiciary is filling in a state omission to regulate an activity, in habeas corpus the judiciary is saying that the association’s conduct is not criminal. This has a much more significant symbolic value in relation to the distribution of marijuana between people”.

MARIJUANA USO MEDICO, GIUDICI DANNO RAGIONE A ‘CULTIVE’

di João Marcelo

SAN PAOLO DEL BRASILE – Non saranno arrestati per aver coltivato marijuana dopo aver ottenuto dai giudici un habeas corpus collettivo, i membri della istituzione Cultive, associazione Cannabis Saude, che a San Paolo riunisce i pazienti che usano prodotti derivati della cannabis per uso medico.
Il provvedimento è inedito, dato che si tratta della prima volta che la giustizia accetta questo tipo di richiesta a livello penale. L’habeas corpus collettivo è uno strumento che mira a tutelare i diritti di un determinato gruppo di persone.

Secondo il giudice Andrea Barrea, l’ente cerca “di realizzare il principio della dignità, così come del diritto alla vita e alla salute, che deve sempre prevalere sulla proibizione di coltivare una pianta dalla quale si può estrarre una sostanza utilizzata in modo specifico per il trattamento di pazienti in un contesto di bisogno, adeguatezza e proporzionalità”.
Prima dell’habeas corpus collettivo favorevole emesso dalla giustizia paulista, altre associazioni già avevano ottenuto dai giudici permessi per la coltivazione o l’uso di cannabis per fini medici. Tutti i procedimenti, però, erano state discussi a livello di giustizia civile.

Intervistato dall’agenzia Dire, l’avvocato Erik Torquato, membro della Rede Juridica pela Reforma da Politica de Drogas (Reforma), un’associazione di legali responsabile della maggior parte degli habeas corpus individuali concessi in Brasile per l’uso della marijuana per fini medici, ha affermato che “con le autorizzazioni la magistratura sta facendo fronte a una mancanza normativa a livello statale per quanto riguarda la regolarizzazione di questa attività”.
Con l’habeas corpus, invece, ha evidenziato Torquato, la legge afferma che “la condotta delle associazioni non è criminale”. Secondo l’esperto, “questo ha un valore simbolico decisivo in relazione alla distribuzione della marijuana tra le persone”.

ASSOCIAÇÃO CONSEGUE ‘HABEAS CORPUS’ PARA O CULTIVO DE MACONHA

por João Marcelo

 SAO PAULO – A instituição Cultive, associação Cannabis Saúde, que reúne pacientes que fazem tratamentos à base de derivados da maconha da cidade de São Paulo, conseguiu um habeas corpus coletivo, que previne seus associados de serem presos por cultivar a planta.

A medida é inédita, pois esse foi o primeiro pedido acatado pela justiça na esfera criminal. O habeas corpus coletivo é um instrumento processual que visa resguardar os direitos de um determinado grupo.

Para a juíza Andrea Barrea, a entidade busca “a efetivação do princípio da dignidade, bem como dos direitos à vida e à saúde, os quais devem prevalecer sobre a proibição de se cultivar a planta de onde se extrai a substância utilizada especificamente para o tratamento dos pacientes em um contexto de necessidade, adequação e proporcionalidade”, escreveu.

Antes do habeas corpus coletivo favorável da Justiça paulista, outras associações já haviam conseguido na justiça permissões para o cultivo e o uso da cannabis para fins medicinais, mas todas elas foram proferidas na esfera cível.

O advogado Erik Torquato, membro da Reforma (Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas), associação de advogados responsável por boa parte dos habeas corpus individuais que têm permitido o uso da maconha em tratamentos medicinais por todo o país, comentou em entrevista para a agência Dire que “enquanto nas autorizações o judiciário está preenchendo uma omissão do estado em regulamentar uma atividade, no habeas corpus o judiciário está dizendo que a conduta da associação não é criminosa. Isso tem um valor simbólico muito mais expressivo em relação à distribuição de maconha entre pessoas”.

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